Como podemos ajudar?/Cristãos perseguidos/Países onde existe perseguição aos cristãos

C - Como chegaram ao número de cristãos perseguidos?

Monyck Poli
Postado em 11 de Julho de 2011 12:05

O primeiro passo foi delimitar a população de cada país. Para isso, foram utilizadas as estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2007, chegando-se a um total de 4,65 bilhões. O segundo passo foi determinar o total de cristãos em cada país pesquisado. As fontes desses dados foram: Operação Mundial (2001), Relatório de Liberdade Religiosa do Departamento de Estado dos Estados Unidos (2007), World FactBook (2008) e informações colhidas em 2007 pelo próprio departamento de pesquisa da Portas Abertas. O total contabilizado foi de 806,1 milhões de cristãos.

A terceira tarefa – a mais difícil – era calcular o número de cristãos perseguidos. Em locais onde a perseguição é mais severa, entendeu-se que 100% dos cristãos eram perseguidos. Dos 50 países mais perseguidos, essa é a situação de: Afeganistão, Arábia Saudita, Argélia, Chechênia, Coreia do Norte, Irã, Iraque, Somália, Líbia, Maldivas, Mianmar, Palestina e Paquistão.

As demais nações foram divididas em dois grupos: onde a perseguição atingia entre 50% e 99% dos cristãos (Bangladesh, Brunei, Butão, China, Iêmen, Laos, Mauritânia e Vietnã); e onde de 0% a 49% da Igreja sofria perseguição (Azerbaijão, Barein, Belarus, Cazaquistão, Comores, Cuba, Djibouti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Eritreia, Etiópia, Índia, Indonésia, Jordânia, Kuwait, Marrocos, Nigéria, Omã, Qatar, Quênia, Síria, Sri Lanka, Sudão, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Turquia, Uzbequistão e Zanzibar). O número de perseguidos foi calculado em 93,9 milhões.

 

Conclusão

Por se tratar de estimativas, a Portas Abertas Internacional optou por colocar o número de perseguidos entre 80 e 120 milhões, ou, simplificando, 100 milhões.

Até 2008, o número usado era de 200 milhões de cristãos perseguidos. Esse resultado era proveniente de outra definição para o cálculo. A alteração no total não significa que a perseguição diminuiu, mas que a abordagem foi diferente.

É importante destacar que a motivação para orar e ajudar a Igreja Perseguida não deve ser o número de pessoas que sofrem, mas a necessidade que elas têm de nosso apoio.

 
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